terça-feira, 4 de outubro de 2016

Quem ama não destrói. O amor já tinha acabdo há tanto tempo. Só eu é que não percebia. Só eu é que não via.
Quem ama não destrói desta maneira. Não usa as pessoas como objetos. Isto não era amor. Sinceramente, talvez nunca tenha sido. Porque quem já amou, mesmo que um dia lá distante, não destrói assim. Se fosse amor, não havia destruição.

Acabou de vez e é custa muito. Custa pensar numa pessoa que signfica(ou) tanto para nós como se ela já não existisse. Dizem que não há nada pior do que perder alguém para sempre, do que a morte.
Mas há. É pior quando alguém morre para nós, mas continua a respirar. É pior saber que foi uma opção. É pior saber que havia uma escolha.

Sou boa pessoa. Sempre fui, sempre vou ser. Tenho bom fundo, faço o bem pelas pessoas. Pode nem sempre ser o melhor, mas é o que eu acho que é o bem. Mas, às vezes, as pessoas trazem o menos bom de mim ao de cima. Quem me dera que me fosse indiferente. Quem me dera não desejar bem, nem mal. Mas não consigo. Neste momento, ainda não consigo.

Vou conseguir, um dia.

Mas nunca mais vou perdoar. Nunca mais vou perdoar por ter levado tanto de mim e ter deitado ao lixo. Nunca mais vou perdoar por ter sido usada. Nunca mais vou perdoar as mentiras, as falsas esperanças, as omissões. Nunca mais vou perdoar ter-me tirado tanto de mim.